Para testar a capacidade de assimilação de conteúdo de seus estudantes, assim como despertar a criatividade latente em cada um deles, o professor e mestre José Donizeti Tagliaferro, que também é o coordenador do curdo de engenharia Mecânica da Fimi (Faculdades Integradas Maria Imaculada), propôs um desafio à classe.

 

Aos futuros engenheiros, foi solicitado que descobrissem soluções diferentes para os problemas que o professor propôs em sala de aula. O desafio teve lugar nos laboratórios do curso de engenharia mecânica da Fimi e foi aceita com entusiasmo pela turma.

 

“A meta era identificar problemas e propor soluções”, reafirmou Tagliaferro. Os estudantes também puderam apresentar suas ideias a partir de conceitos teóricos e testar suas habilidades para solucionar os problemas e superar os desafios. Tagliaferro é um entusiasta das aulas práticas como complemento à teoria.

 

Segundo ele, tudo o que é mostrado em laboratório fará parte do cotidiano desses profissionais. “Portanto é bom que saibam como superar os obstáculos que surgem no dia a dia”, reforçou. E os alunos também aprovam a metodologia do mestre. Eles conseguiram, até mesmo, apresentar relatórios e croquis das máquinas que foram apresentadas, como, por exemplo, o Gerador Van de Graaff.  

 

ATUAÇÃO

Além de Tagliaferro, o curso de engenharia mecânica da Fimi possui um prestigiado corpo docente, com mestres e doutores, atendendo aos

pré-requisitos estabelecidos pelas diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em engenharia, assim como as definições previstas pelo Confea (Conselho Federal de Engenharia).

 

O curso foi aberto em 2019, no período noturno e tem a duração de 10 semestres. Entre outras funções, os futuros engenheiros poderão desenvolver, projetar e supervisionar a produção de máquinas, equipamentos, veículos, sistemas de aquecimento e de refrigeração e ferramentas específicas das indústrias metalúrgicas, de alimentos, química, naval, aeronáutica etc.