Engenharia Mecânica

O Curso

O curso de Engenharia Mecânica da FIMI alinha-se com as necessidades do segmento industrial, formando competências inovadoras na solução de problemas que exigem tecnologia mecânica aplicada à construção de máquinas e processos, desde a etapa de projeto até a gestão de recursos atendendo aos pré-requisitos estabelecidos pelas Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia e as definições previstas pelo Conselho Federal de Engenharia – CONFEA, proporcionando formação alinhada com as responsabilidades e atribuições profissionais previstas para o profissional Engenheiro Mecânico.

 

Modalidade: Bacharelado
Período: Noturno
Duração: 10 semestres

Área de atuação

A atuação do Engenheiro Mecânico  é desenvolver, projetar e supervisionar a produção de máquinas, equipamentos, veículos, sistemas de aquecimento e de refrigeração e ferramentas específicas da indústria mecânica. Seleciona e dimensiona a matéria-prima, providencia moldes das peças que serão fabricadas, cria protótipos e testa os produtos obtidos.

Organiza sistemas de armazenagem, supervisiona processos e define normas e procedimentos de segurança na linha de produção. Controla a qualidade, acompanhando e analisando testes de resistência, calibrando e conferindo medidas e principalmente na solução de problemas nos segmentos de projeto, execução e análise de elementos de máquinas e seus sistemas estruturais. Desde as fases de projeto assistido por computador e simulação de sistemas até a etapa de fabricação de elementos presente na indústria metalúrgicas, alimentos, química, naval, aeronáutica etc.

Geral

De acordo com artigo 5° da Resolução CNE/CES 11 e das determinações do CREA (Lei 5194 e   Resolução 218), o curso tem como objetivo geral:

“Formar Engenheiros Mecânicos com um perfil generalista, humanista, crítico e reflexivo, capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em consonância com as demandas da sociedade”.

 

Específicos

 

Na FIMI, o curso de Engenharia Mecânica prevê o ingresso dos alunos num currículo de formação em comum, permitindo aos discentes conhecerem, de forma conjunta, as possibilidades de atuação e também os fundamentos da profissionalização para as respectivas áreas.

Dentro deste preceito, definiu-se os objetivos específicos do curso de bacharelado em Engenharia Mecânica da FIMI no sentido de:

 

  • Formar profissionais que conheçam os princípios, as práticas e as técnicas voltadas para a Engenharia Mecânica, bem como as normas e leis nacionais e internacionais que regem a atividade;
  • Fazer uso da Matemática como ferramenta e linguagem, empregada na descrição de modelos, permitindo a previsão do comportamento de sistemas e seu projeto. O foco será concentrado na compreensão e aplicação dos conceitos aprendidos;
  • Contextualizar a teoria, mostrando algumas de suas aplicações práticas. Os projetos desenvolvidos em disciplinas e aulas de laboratório cumprirão este papel, muitas vezes antecipando temas a serem tratados em aulas de teoria;
  • Levar em conta aspectos de segurança trabalho, obedecendo às normas vigentes;
  • Incentivar o uso intensivo da leitura, compreensão e produção de textos na maioria das disciplinas.
  • Propiciar ao egresso uma formação mais abrangente dentro das diversas áreas da Engenharia Mecânica que levem a plena capacidade de desenvolver projetos de sistemas térmicos e mecânicos;
  • Formar profissionais com habilidades técnicas para acompanhar o acelerado desenvolvimento tecnológico da área, buscando o aprimoramento contínuo;
  • Empregar intensivamente a informática na solução numérica de problemas matemáticos complexos, associados ao modelamento de sistemas e processos, permitindo a avaliação do seu comportamento;
  • Oportunizar aos graduandos uma formação humanística, para que se tenha um profissional preocupado com questões sociais.
  • Desenvolver no discente a sensibilidade, para perceber a importância da interação interpessoal, possibilitando-o de se tornar um cidadão preparado para contribuir de forma significativa para a melhoria de vida da sociedade;
  • Desenvolver no aluno a capacidade de abstrair a realidade, utilizando-se de modelos físicos e matemáticos para descrevê-la e explicá-la;
  • Formar profissionais capazes de contribuir para o desenvolvimento científico e tecnológico da área;
  • Incentivar um perfil empreendedor em engenharia;
  • Desenvolver um aluno crítico, capaz de responder às novas exigências do campo da Engenharia Mecânica, a partir de uma base sólida de conhecimentos e saberes historicamente construído.

Sendo o engenheiro elemento ativo das transformações na era das mudanças tecnológicas rápidas, ele próprio vem sendo obrigado a promover profundas transformações em suas habilidades e em seu perfil profissional.
A sociedade do conhecimento exige engenheiros com competências novas, com flexibilidade e capacidade de aprender sozinho e permanentemente. Mais do que nunca, é necessário que o engenheiro tenha iniciativa, criatividade, espírito empreendedor e capacidade de atualização constante. Na era dos avanços tecnológicos rápidos, competitividade tornou-se sinônimo de capacidade de gerar e aplicar ciência e tecnologia na produção de bens e serviços.
Dentro deste contexto, considera-se que o perfil do Engenheiro Mecânico deva, inicialmente, atender ao proposto no Artigo 3º da Resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002 e a Resolução 2/2007:

“O Curso de Graduação em Engenharia tem como perfil do formando egresso/profissional o engenheiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade”.

A concepção do curso também considerou a necessidade do profissional egresso de Engenharia Mecânica ter capacidade para executar as atividades previstas na resolução do CONFEA/CREA nº. 1.010/2005 de 22 de agosto de 2005, que trata das atribuições para o desempenho de atividades exigidas para o exercício profissional, que sejam:

Atividade 01 – Gestão, supervisão, coordenação, orientação técnica;
Atividade 02 – Coleta de dados, estudo, planejamento, projeto, especificação;
Atividade 03 – Estudo de viabilidade técnico-econômica e ambiental;
Atividade 04 – Assistência, assessoria, consultoria;
Atividade 05 – Direção de obra ou serviço técnico;
Atividade 06 – Vistoria, perícia, avaliação, monitoramento, laudo, parecer técnico, auditoria, arbitragem;
Atividade 07 – Desempenho de cargo ou função técnica;
Atividade 08 – Treinamento, ensino, pesquisa, desenvolvimento, análise, experimentação, ensaio, divulgação técnica, extensão;
Atividade 09 – Elaboração de orçamento;
Atividade 10 – Padronização, mensuração, controle de qualidade;
Atividade 11 – Execução de obra ou serviço técnico;
Atividade 12 – Fiscalização de obra ou serviço técnico;
Atividade 13 – Produção técnica e especializada;
Atividade 14 – Condução de serviço técnico;
Atividade 15 – Condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção;
Atividade 16 – Execução de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção;
Atividade 17 – Operação, manutenção de equipamento ou instalação; e Atividade 18 – Execução de desenho técnico.

Outro aspecto relevante e vinculado ao perfil do egresso se refere ao delineamento das competências e habilidades a serem desenvolvidas no transcorrer do curso e previsto pelo Artigo 4 da Resolução CNE/CES n 11/2002:

“A formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais:

I- aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia;
II- projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;
III- conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
IV- planejar, supervisionar, elaborar, coordenar projetos e serviços em engenharia;
V- identificar, formular e resolver problemas de engenharia;
VI- desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;
VI- supervisionar a operação e manutenção de sistemas;
VII- avaliar criticamente a operação e manutenção de sistemas;
VIII- comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
IX- atuar em equipes multidisciplinares;

X- compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais;
XI- avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e
ambiental;
XII- avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia;
XIII- assumir a postura permanente de atualização profissional.”

As FIMI projetam em todos os seus cursos, atividades em harmonia com as suas bases filosóficas e princípios metodológicos, garantindo, desta forma, uma coerência epistemológica com a Missão e os Objetivos Institucionais, assim como com as propostas pedagógicas dos seus cursos.

Avaliar não se resume à mecânica do conceito formal e estatístico; não é, simplesmente, atribuir notas, obrigatórias à decisão de avanço ou retenção em determinada disciplina. Os instrumentos de avaliação, imprescindíveis à verificação do aprendizado efetivamente realizado pelo aluno, devem fornecer subsídios ao trabalho docente, direcionando o esforço empreendido no processo de ensino e aprendizagem de forma a contemplar a melhor abordagem pedagógica e o mais pertinente método didático adequado à disciplina.

Neste contexto, a avaliação, sob o enfoque formativo e de forma contínua, mais do que simples atribuição de um conceito formal (nota), serve à percepção, tanto do professor quanto do aluno, dos progressos e carências de seus respectivos trabalhos, permitindo a aplicação de estratégias de aperfeiçoamento ou de redirecionamento do processo de ensino-aprendizagem. Uma boa avaliação alimenta os tomadores de decisões com as informações necessárias para escolhas abalizadas, e os professores com um feedback útil para o desenvolvimento de seus trabalhos.

Assim o sistema de avaliações é norteado pelo Regimento das FIMI, sendo considerado aprovado o discente que obter conceito mínimo de 5,0.

Coordenação

Prof. Mestre Jose Donizeti Tagliaferro

Minicurrículo

Engenheiro Mecânico/Automação graduado pela USF (2008), Mestre em Desenvolvimento Sustentável e Qualidade de Vida pela UNIFAE (2015), Pós Graduado em Gestão da Manutenção e Produção FATEP (2012), Licenciatura Plena em Matemática pela FPSJ (2016), Licenciatura Plena em Física pela FPSJ (2017). Experiência como professor de Física I II III IV, Mecânica Geral, Automação Industrial, Cálculo Diferencial e Integral, Controle e Servo Mecanismo, Desenho Mecânico com SolidWorks, Elementos de Máquinas, Fluidos Mecânicos, Hidráulica e Pneumática, Mecânica Aplicada, Metrologia, Operações Unitárias, Instrumentação, Projetos de Máquinas, Resistencia dos Materiais, Micro Controladores, Utilidades para processos Industriais, Programação e Controle de Produção, Gestão da Qualidade, Administração Estratégica nas engenharias Mecânica, Computação, Química, Civil, Ambiental, Elétrica e Produção.

Experiência profissional atuando como Gestor de Produção, Manutenção, Projetos, Instalações, ISO 9000, 14000 e 22000 no período entre 1993 à 2013 na Ingredion (antiga maisena), também atuo como consultor técnico para elaborações de pericias e laudos das normas NR10, NR12,NR13,NR33. Também atuou como mecânico de manutenção industrial na Trop Suco no período de 1988 à 1992 e como mecânico de automóveis na Auto Mecânica Solevolks no período entre 1985 à 1988. Atualmente exerce a função de coordenador do curso de Engenharia Mecânica na FIMI e atua como professor de mecânica geral na engenharia civil e como examinador de transito pelo Detran-SP.  

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Curso autorizado pela Portaria MEC/SESu 432 de 15/06/2018, publicado em 18/06/2018

ACIMG e FIMI na Praça do Recanto

Em parceria com a Associação Comercial e Industrial de Mogi Guaçu (ACIMG), sábado dia 16/06, das 9H às 13h,   aconteceu na praça do Recanto mais um evento, este em comemoração ao dia dos Namorados.

A participação da FIMI foi fundamental por ser uma oportunidade de estar em contato direto com a comunidade, bem como expor seus cursos e desenvolver o Projeto de Extensão “Sou + Ação Saúde e Recreação” que é executado pelos discentes da instituição.

Dentre as atividades as  alunas dos cursos de Biomedicina e Farmácia  realizaram Típagem sanguínea e aferição de pressão.

Conic 2017: Alunas da FIMI são finalistas em importante evento nacional

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No dia 25 de novembro, os alunos da FIMI (Faculdades Integradas Maria Imaculada) participaram do 17° Congresso Nacional de Iniciação Científica – Conic-SEMESP, que aconteceu neste ano no Centro Universitário Ítalo Brasileiro – UNIÍTALO em São Paulo. O evento tem como objetivo identificar talentos, estimular a produção de conteúdo científico além de viabilizar na prática os projetos apresentados pelos alunos, por meio do exercício da criatividade e de conhecimentos adquiridos.

Da FIMI, 25 alunos dos cursos de Biomedicina, Engenharia Civil e Farmácia participaram do congresso, cada aluno apresentando um trabalho.

Três alunas da FIMI foram selecionadas como umas das dez melhores da sessão, mas na classificação final juntando todas as sessões ficaram Bárbara Glenda Ramalho em 5º lugar e Maria Paula Rodrigues de Oliveira em 10º lugar. Ambas são alunas de Biomedicina (8º semestre/ último ano).

O título de trabalho da Bárbara foi “Frequência de casos de sífilis no município de Mogi Guaçu (SP) no período de 2014 a 2016”. Já Maria Paula abordou o tema “Vigilância sanitária e as boas práticas de manipulação de alimentos em serviço ambulante no município de Mogi Mirim (SP)”.

Bárbara revela que não esperava estar selecionada entre as melhores. Para ela foi uma surpresa muito agradável quando soube que estava na relação dos trabalhos concorrentes a premiação. “Esperar a gente nunca espera né, é sempre uma surpresa. Mas me esforcei pra isso, dando sempre meu melhor. Eu só tenho a agradecer a FIMI por tudo isso, porque foi por meio dela que cresci, e aprendi tudo, porque antes não tinha experiência com trabalhos acadêmicos, então foi por meio dos professores e da instituição que cheguei até aqui, e claro com a ajuda da minha orientadora Profa. Ildamara Canoa. Estou muito orgulhosa de poder representar minha faculdade em um congresso nacional e estar entre os cinco primeiros, mais ainda por saber que meu esforço e amor pela minha profissão me levou até lá”, conta Bárbara.

Já Maria Paula revela a ótima sensação de ter um trabalho selecionado entre os melhores. “Conseguir fazer a apresentação do meu projeto no Conic, foi pra mim uma experiência incrível. Por mais que tenha me esforçado não acreditava nem que conseguiria ser escolhida para apresentar, quem dirá ser classificada entre os melhores. Havia muitos trabalhos realmente bons, e fiquei muito feliz pelo reconhecimento. Muito grata pelo apoio e motivação que recebi de amigos e da minha orientadora Profa. Nádia Zuim, já que dias antes eu pensei em desistir, pois achava que não daria certo e nem tempo, devido à combinação de faculdade e trabalho. Ela com muita paciência e dedicação me orientou da melhor forma possível. Acho muito interessante o apoio que a FIMI dá para os alunos terem seus projetos divulgados. Deixa a gente com um gostinho de quero mais, de buscar mais e estar sempre nesse meio. Sou muito grata a FIMI por tudo isso”, revela.

O 17° Congresso Nacional de Iniciação Científica – Conic-SEMESP recebeu na edição deste ano, 2.412 trabalhos inscritos e 2.099 foram aprovados. Um recorde de inscrições.

Parabéns as alunas selecionadas pelo sucesso na classificação dos trabalhos, as orientadoras e também à FIMI por incentivar e apoiar seus acadêmicos a participarem de importantes congressos. Esse é o caminho que leva ao mais alto patamar de conhecimento e sabedoria e a FIMI faz isso muito bem, sempre procurando o melhor para que tenham sucesso e realizações.

A direção e coordenadores da FIMI parabenizam os alunos e orientadores pelo sucesso na apresentação dos trabalhos e aproveitam para ressaltar a qualidade dos cursos da FIMI, que formam profissionais capacitados, aptos e motivados a realizarem grandes conquistas.

 

DISCENTE – TÍTULO DO TRABALHO

– Alessandra Rodrigues: Avaliação da melhora da qualidade de vida em pacientes com fibromialgia através da acupuntura;

– Ana Beatriz da Silva: Pesquisa de estreptococos do grupo B em gestantes;

– Ana Luiza Romito da Cruz: Qualidade de Vida em Mulheres Portadoras de Lupus Eritematoso Sistêmico;

– Bárbara Glenda Ramalho: Frequência de Casos de Sífilis no Município de Mogi Guaçu/SP no Período de 2014 a 2016;

– Camila da Silva Pinto: Perfil Epidemiológico das Mulheres com Câncer de Mama Atendidas no Centro de Oncologia de Mogi Guaçu;

– Camila Gandolfo Guerini        : Nível de conhecimento sobre intolerância a lactose entre universitários em uma faculdade da cidade de Mogi Guaçu/SP;

– Eydi Michele de Castro: AUTOMEDICAÇÃO (Perfil da prática entre profissionais e não profissionais da área da saúde em um hospital filantrópico no município de Mogi Mirim-SP);

– Flávia Cipriano Anselmo: Avaliação da Qualidade de Vida Relacionada à Saúde em Pacientes com Câncer de Próstata;

– Glacy Sfalcim Dias: Incidência de Infecção Urinária entre Homens e Mulheres no Município de Aguaí em Pacientes do SUS;

– Gustavo Augusto Barbino Sakaida e Amanda Karina Alegre     : Tratamento de Esgoto por Meio de Filtro Anaeróbio no Bairro São José II, Estiva Gerbi – SP;

– Lara Galdino Soares: Autoimagem (Influência que as mídias sociais causam nos hábitos do consumo feminino frente à maquiagem);

– Larissa Roberta Virgilio: Frequência de diabetes gestacional em um hospital de cidade Mogi Mirim/SP;

– Leandra Lima Marchiori: Benefícios de drenagem linfática manual em mulheres com síndrome pré-menstrual;

– Maria Paula Rodrigues de Oliveira: Vigilância Sanitária e as Boas Práticas de Manipulação de Alimentos em Serviço Ambulante no Município de Mogi Mirim/SP;

– Mariane Gonçalves Costa Sardou: Frequência de Casos de Meningite Bacteriana em Crianças no Município de Mogi Guaçu no Período de 2011 a 2016;

– Marta Eliane de Sousa: AVALIAÇÃO DA ADESÃO À TERAPIA ANTIRRETROVIRAL POR PACIENTES PORTADORES DE HIV/AIDS: Estudo retrospectivo entre os anos 2011 e 2016 no município de Mogi Guaçu- SP;

– Pamela da Silva Pereira: Centro de Informações Sobre Medicamento – Projeto de implantação no município de Mogi Guaçu – Parte 1;

– Patricia Lima Machiori: Associação de Microagulhamento e Ácido Hialurônicoem Mulheres no Tratamento de Estrias Brancas;

– Ralcia Mariette Bertolla: A Acreditação Hospitalar na Visão do Farmacêutico Atuante no Hospital;

– Regiane Ribeiro Ferreira: Percepção da Imagem do Farmacêutico pela Sociedade;

– Thamires Romero de Carvalho: Frequência da Idade Materna e Tipos de Parto no Município de Mogi Guaçu/SP;

– Vaniele de Cássia Leme: Frequência de Pacientes com Deficiência de Vitamina D Atendidos em um Laboratório de Análises Clínicas no Município de Mogi Guaçu/SP;

– Viviane Albuquerque Firmo: Aspectos Epidemiológicos da Hepatite C: um Comparativo Entre os Dados Nacionais e Dados da Cidade de Mogi Guaçu;

– Yara Larissa Pereira dos Santos: Frequência de Gravidez Precoce na Adolescência em Pacientes do Sus no Munício de Mogi Guaçu – SP.

O diretor do centro de Mogi Guaçu, Prof. Romildo Morelato Junior, parabenizou alunos e professores orientadores  pelo sucesso e apresentação dos trabalhos.

 

Confira as fotos:

 

 

 

 

 

 

 

 

Alunos da FIMI realizaram o Bota Fora

A FIMI realizou no último dia 14 de novembro, o “Bota Fora” organizado pelos alunos formandos dos diversos cursos da faculdade.

A festa teve como objetivo reunir docentes e discentes para uma confraternização. E os alunos caíram no samba com a Bateria do Cludesp que animou a galera com muita alegria e descontração.

Confira as Fotos.

 

Arquitetura

O Curso

O Arquiteto e Urbanista tem como objeto de trabalho o espaço e equipamentos utilizados pelas pessoas, considerando a concepção de espaços internos às construções, a concepção, planejamento e execução de edificações, do espaço da cidade e do meio ambiente no qual vivemos; além de atuar na preservação do patrimônio histórico, cultural e ambiental.

Essa formação deve agregar teoria e prática, tendo sempre como princípios de conduta a sustentabilidade ambiental e a compreensão das necessidades dos indivíduos e grupos sociais.

Modalidade: Bacharelado
Período: Noturno
Duração: 10 semestres

Área de atuação

A graduação em Arquitetura e Urbanismo envolve a concepção, o planejamento e execução de projetos de arquitetura e interiores; a atuação em execução de construções e serviços para seu Conforto Ambiental; o estudo do Meio Ambiente avaliação dos impactos ambientais e licenciamento ambiental; e Arquitetura Paisagística, do Patrimônio Histórico, Cultural, e paisagístico; bem como a  atuação em Urbanismo que envolve o Desenho Urbano e o Planejamento Urbano e Regional.

Formar arquitetos e urbanistas preparados para compreender e traduzir as necessidades de indivíduos, grupos sociais e comunidades, com relação à concepção, organização e construção do ambiente interno e externo, abrangendo o urbanismo, a edificação e o paisagismo, bem como a conservação e a valorização do patrimônio construído, a proteção do equilíbrio do ambiente natural e a utilização racional dos recursos disponíveis.

Específicos

  • Ensinar o aluno a aplicar conhecimentos estéticos, históricos, científicos, tecnológicos e instrumentais à Arquitetura e Urbanismo;
  • Capacitar o aluno para identificar, formular e resolver problemas de Arquitetura e Urbanismo;
  • Capacitar o aluno para conceber, projetar, construir e analisar sistemas, produtos e processos ligados ás áreas de conhecimento da Arquitetura e Urbanismo;
  • Capacitar o aluno para planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de arquitetura e urbanismo;
  • Capacitar o aluno para atuar na supervisão de operação e manutenção de sistemas ligados a Arquitetura e Urbanismo e avalia-los criticamente;
  • Capacitar o futuro profissional para avaliar os impactos ambientais e socioeconômicos dos empreendimentos de Arquitetura e Urbanismo, preocupando-se com o campo da saúde, da segurança, do direito e do respeito ao meio ambiente;
  • Capacitar o aluno a avaliar a viabilidade econômica de projetos de Arquitetura e Urbanismo;
  • Desenvolver no aluno habilidades para se comunicar com eficiência nas formas escrita, oral e gráfica e para atuar em equipes multidisciplinares;

Desenvolver no aluno a compreensão e a postura ética e de responsabilidade profissionais.

O curso de bacharelado das Faculdades Integradas Maria Imaculada busca formar profissionais conscientes, não somente com o conhecimento de caráter teórico e técnico, mas também com a crítica e com a construção da sociedade.  Portanto, vislumbra um perfil profissional com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, para atuar na sociedade com base no rigor científico e intelectual.  Durante seu processo de formação, o aluno deverá ser capaz de compreender sua realidade social, cultural e econômica, atuando na transformação da realidade em benefício da sociedade e pautada em princípios éticos.

De acordo com as diretrizes curriculares nacionais estabelecidas pela Resolução CNE/CES nº 02 de 17/06/10, o curso de Arquitetura e Urbanismo deverá possibilitar formação profissional que revele:

I – o conhecimento dos aspectos antropológicos, sociológicos e econômicos relevantes e de todo o espectro de necessidades, aspirações e expectativas individuais e coletivas quanto ao ambiente construído;

II – a compreensão das questões que informam as ações de preservação da paisagem e de avaliação dos impactos no meio ambiente, com vistas ao equilíbrio ecológico e ao desenvolvimento sustentável;

III – as habilidades necessárias para conceber projetos de arquitetura, urbanismo e paisagismo e para realizar construções, considerando os fatores de custo, de durabilidade, de manutenção e de especificações, bem como os regulamentos legais, de modo a satisfazer as exigências culturais, econômicas, estéticas, técnicas, ambientais e de acessibilidade dos usuários;

IV – o conhecimento da história das artes e da estética, suscetível de influenciar a qualidade da concepção e da prática de arquitetura, urbanismo e paisagismo;

V – os conhecimentos de teoria e de história da arquitetura, do urbanismo e do paisagismo, considerando sua produção no contexto social, cultural, político e econômico e tendo como objetivo a reflexão crítica e a pesquisa;

VI – o domínio de técnicas e metodologias de pesquisa em planejamento urbano e regional, urbanismo e desenho urbano, bem como a compreensão dos sistemas de infraestrutura e de trânsito, necessários para a concepção de estudos, análises e planos de intervenção no espaço urbano, metropolitano e regional;

VII – os conhecimentos especializados para o emprego adequado e econômico dos materiais de construção e das tecnologias e sistemas construtivos, para a definição de instalações e equipamentos prediais, para a organização de obras e canteiros e para a implantação de infraestrutura urbana;

VIII – a compreensão dos sistemas estruturais e o domínio da concepção e do projeto estrutural, tendo por fundamento os estudos de resistência dos materiais, estabilidade das construções e fundações;

IX – o entendimento das condições climáticas, acústicas, lumínicas e energéticas e o domínio das técnicas apropriadas a elas associadas;

X – as práticas projetuais e as soluções tecnológicas para a preservação, conservação, restauração, reconstrução, reabilitação e reutilização de edificações, conjuntos e cidades;

XI – as habilidades de desenho e o domínio da geometria, de suas aplicações e de outros meios de expressão e representação, tais como perspectiva, modelagem, maquetes, modelos e imagens virtuais;

XII – o conhecimento dos instrumentais de informática para tratamento de informações e representação aplicada à arquitetura, ao urbanismo, ao paisagismo e ao planejamento urbano e regional;

XIII – a habilidade na elaboração e instrumental na feitura e interpretação de levantamentos topográficos, com a utilização de aerofotogrametria, fotointerpretação e sensoriamento remoto, necessários na realização de projetos de arquitetura, urbanismo e paisagismo e no planejamento urbano e regional.

Assim, o perfil do Arquiteto e Urbanista que as Faculdades Integradas Maria Imaculada procura obter é formado por:

  • Visão generalista: O Arquiteto e Urbanista deverá possuir visão generalista do macro e do micro ambiente onde está inserido; conhecimento e domínio do processo de projeto para construir as soluções físico-espaciais necessárias às demandas da sociedade;
  • Plena Capacidade de compreender e traduzir as necessidades de indivíduos, grupos sociais e comunidade, com relação à concepção, organização e construção do espaço interior e exterior, abrangendo o urbanismo, a edificação e o paisagismo;
  • Domínio das técnicas associadas ao projeto, à tecnologia dos materiais, à ecologia, à conservação e valorização do patrimônio construído, à proteção do equilíbrio do ambiente natural e utilização racional dos recursos disponíveis.
  • Postura ética profissional: Deve respeitar e internalizar valores de responsabilidade social, justiça e ética profissional de modo que sua ação, em qualquer tempo ou organização, reflita a consciência de suas obrigações perante a sociedade, ao respeito ao ser humano, ao seu país e ao meio ambiente.
  • Visão humanística: Deve ter capacidade para compreender e interagir com outras pessoas, atuar em equipes multidisciplinares e liderá-las em seu ambiente de trabalho na busca de realização dos objetivos comuns, dada a relevância de compreender as questões e decisões administrativas a partir de uma perspectiva sistêmica.
  • Postura analítico-crítica: Deve possuir capacidade de compreensão do contínuo aperfeiçoamento profissional, do desenvolvimento da autoconfiança, analisar criticamente a realidade, interpretar eventos econômicos, financeiros, culturais e organizacionais, e também utilizar sua competência e criatividade na busca da excelência profissional.
  • Formação científica: Deve possuir hábitos de pesquisa bibliográfica, documental e de campo como instrumento de atualização e desenvolvimento para a elaboração de trabalhos de cunho científico e tecnológico.

Capacidade empreendedora: Deve também desenvolver e exercitar o seu potencial e espírito empreendedor, de forma a obter sucesso atuando com competência e criatividade em negócio próprio ou de terceiros.

As FIMI projetam em todos os seus cursos, atividades em harmonia com as suas bases filosóficas e princípios metodológicos, garantindo, desta forma, uma coerência epistemológica com a Missão e os Objetivos Institucionais, assim como com as propostas pedagógicas dos seus cursos.
Avaliar não se resume à mecânica do conceito formal e estatístico; não é, simplesmente, atribuir notas, obrigatórias à decisão de avanço ou retenção em determinada disciplina. Os instrumentos de avaliação, imprescindíveis à verificação do aprendizado efetivamente realizado pelo aluno, devem fornecer subsídios ao trabalho docente, direcionando o esforço empreendido no processo de ensino e aprendizagem de forma a contemplar a melhor abordagem pedagógica e o mais pertinente método didático adequado à disciplina.
Neste contexto, a avaliação, sob o enfoque formativo e de forma contínua, mais do que simples atribuição de um conceito formal (nota), serve à percepção, tanto do professor quanto do aluno, dos progressos e carências de seus respectivos trabalhos, permitindo a aplicação de estratégias de aperfeiçoamento ou de redirecionamento do processo de ensino-aprendizagem. Uma boa avaliação alimenta os tomadores de decisões com as informações necessárias para escolhas abalizadas, e os professores com um feedback útil para o desenvolvimento de seus trabalhos.
Assim o sistema de avaliações é norteado pelo Regimento das FIMI, sendo considerado aprovado o discente que obter conceito mínimo de 5,0.

Coordenação

Profa. Dra. Maria Júlia Mesquita Kallás

Minicurrículo

Arquiteta e Urbanista, Doutora em Engenharia Civil (2007), Mestre em Arquitetura e Urbanismo (2000). Possui experiência acadêmica na área de concentração do setor de Construção de Edifícios (processo de projeto e planejamento da qualidade na construção de edifícios), até o ano de 2007. Desde 2006 vem atuando na área de planejamento e projeto de arquitetura, e, a partir de 2013 retomou as atividades acadêmicas, como professora no curso de graduação em Engenharia Civil das Faculdades Integradas Maria Imaculada, em Mogi Guaçú, SP. Desde 2015 é membro do NDE do curso de Engenharia Civil da instituição e foi contratada em regime de dedicação parcial – 12horas, agregando-se a função de coordenadora do curso – em processo implementação – de arquitetura e urbanismo da referida instituição.

Currículo Lattes

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Dirigentes da instituição e coordenador de curso efetivamente em exercício

Dirigentes da instituição e coordenador de curso efetivamente em exercício

 

Dirigentes Institucionais
Professor Dr. Rubens Scardua
Diretor de Piracicaba

Professor Roberto Raphael Carrozzo Scardua
Vice Diretor

Professor Me Romildo Morelato Juniror
Diretor do Centro de Mogi Guaçu

Coordenadores
Profa. Me. Andréia Silva Abbiati
Coordenadora do Curso de Pedagogia

Profa. Dra. Danyelle Cristine Marini de Morais
Coordenadora do Curso de Estética e Farmácia

Prof. Me. Marcelo Rocha Campos
Coordenadora do Curso de História

Profa. Dra. Maria Suzett Biembengut Santade
Coordenadora do Curso de Letras

Prof. Dr. Moacyr Rodrigo Hoedmaker de Almeida
Coordenadora do Curso de Ciências Química e Química Industrial

Profa. Nádia Regina Borim Zuim
Coordenadora do Curso de Ciências Biologia,  Biomedicina e Gestão Ambiental

Profa. Me. Renata de Faria Rocha Furigo
Coordenadora do Curso de Engenharia Civil

Infraestrutura – Fotos – Gestão Ambiental

Infraestrutura Gestão Ambiental

infraestrutura fotos – História

Infraestrutura História

Infraestrutura – Fotos – Química

Infraestrutura Química

Infraestrutura – Fotos – Biologia

Infraestrutura Biologia

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